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A Revista Brasileira de Análise Transacional – REBAT é uma revista científica, Órgão Oficial da UNAT-BRASIL, e tem como missão editar, publicar e divulgar produção científica original de analistas transacionais que trabalham e pesquisam em tal perspectiva. São aprovados por membros do Conselho Editorial e Comissão Científica.

Reforçamos que a REBAT necessita de empenho de profissionais como você, dispostos a publicar seus estudos embasados cientificamente, estando interessada em novas submissões, e estamos à disposição para quaisquer dúvidas ou esclarecimentos.

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Olá colegas,

O Opções está na crista da onda usando IA, trazendo um trabalho muito criativo, sobre um tema importante e de uma maneira muito divertida também. Apesar de não serem exatamente da mesma época, as fotos propostas por nossa colaboradora e inovadora Aymée Fávaro, usando o Gemini, colocou Eric Berne e Sigmund Freud lado a lado conversando sobre os aparelhos psíquicos da AT e da Psicanálise. Brilhante!

- Diretoria de Comunicação

 
 

Por Aymée Fávaro
Psicóloga CRP 05/49942
Analista Transacional em Formação
Membro da Comissão da Diretoria de Comunicação UNAT Brasil
Membro do Conselho Deliberativo UNAT Brasil

O mês de maio marca o nascimento de dois nomes fundamentais para a história da Psicologia e da compreensão da subjetividade humana: Sigmund Freud (6 de maio de 1856), criador da Psicanálise, e Eric Berne (10 de maio de 1910), fundador da Análise Transacional.

Embora tenham pertencido a contextos históricos diferentes, suas trajetórias se cruzaram - e graças à tecnologia que temos hoje de inteligência artificial, até conseguimos juntar os dois para algumas fotos.

Berne, importante relembrar, iniciou, na década de 40, sua formação dentro da tradição psicanalítica, estudando Psiquiatria e se dedicando à formação em Psicanálise por quase 10 anos. Não por acaso, diversas ideias presentes na Análise Transacional carregaram influências importantes do pensamento freudiano, especialmente no interesse pelas experiências vividas na infância, pelos processos inconscientes e pela formação da personalidade através das relações humanas. Alguns conceitos, inclusive, podem até parecer falar da mesma coisa, porém com nomenclaturas diferentes e isso gerar uma baita confusão.

E hoje, nesse texto, uma das intenções também é diferenciar aquele que é o conceito mais comum das pessoas associarem e confundirem. Sim, eu sei que você pensou neles... E agora pode estar se perguntando:

"Ué! Mas os Estados do Ego são ou não são a mesma coisa que id, ego e superego?"

Respondendo objetivamente: não.

Mas se você quiser uma resposta mais elaborada, que tal voltarmos um pouquinho no tempo?

Em 1923, Freud apresentou a chamada segunda tópica da Psicanálise, propondo a existência de três instâncias psíquicas: id, ego e superego. Nesse modelo, o id representa os impulsos mais primitivos e inconscientes; o ego atua como mediador entre os desejos internos e a realidade; e o superego reúne as exigências morais, normas e ideais internalizados ao longo da vida.

A segunda tópica se apoiava em uma elaboração anterior, a primeira tópica, que descrevia o aparelho psíquico a partir das instâncias do inconsciente, consciente e pré-consciente. De forma prática, Freud ampliou seu modelo ao notar que o anterior era insuficiente para explicar a complexidade psíquica. Com isso, ele detalhou como o comportamento humano é moldado pelo conflito entre pulsões inconscientes (id),a mediação da realidade (ego) e as exigências morais (superego).

Tempos depois, ao final dos anos 50, Eric Berne desenvolveu e descreveu o aparelho psíquico através dos Estados do Ego — Pai, Adulto e Criança —, um dos pilares da Análise Transacional. À primeira vista, os modelos parecem bastante semelhantes: o Pai pode lembrar o superego, o Adulto pode se aproximar do ego e a Criança pode remeter ao id. Essa associação, inclusive, levou muitos críticos da época a considerarem a teoria de Berne apenas uma versão simplificada da Psicanálise.

Mas essa leitura não fez jus ao caminho que Berne construiu.

Apesar das influências psicanalíticas, os Estados do Ego não foram pensados como equivalentes das instâncias freudianas. Enquanto id, ego e superego são conceitos teóricos e abstratos utilizados para explicar o funcionamento psíquico, os Estados do Ego foram concebidos por Berne como realidades fenomenológicas e observáveis, manifestadas concretamente no comportamento, nos sentimentos e na comunicação das pessoas.

Isso não significa, porém, que Berne tenha deixado de considerar os processos inconscientes. Pelo contrário: o inconsciente continua presente na AT, mas aparece organizado de outra maneira.

No Estado do Ego Criança, por exemplo, encontram-se sentimentos, necessidades e desejos autênticos ligados à história emocional da pessoa. No livro Análise Transacional em Psicoterapia (página 58), Berne pontuou: “(...) Isto é o que diferencia formalmente o fenômeno do Estado do Ego Criança do conceito de id. A Criança significa um estado da mente organizado que existe ou realmente já existiu, enquanto Freud descreve o id como ‘um caos, um caldeirão fervente de excitação, sem organização e sem vontade unificada’. Já o Estado do Ego Pai não corresponde ao superego freudiano, mas à internalização de figuras parentais reais e de influências sociais assimiladas ao longo da vida.

Berne também compreendia que esses registros internalizados ajudam a organizar a experiência humana, "economizando" energia psíquica ao criar formas relativamente estáveis de perceber, sentir e agir no mundo, ainda que, em alguns momentos, possam se tornar rígidas e pouco questionadas.

E, embora a AT não tenha se estruturado prioritariamente a partir de técnicas clássicas da Psicanálise, como a associação livre ou a interpretação dos sonhos, Berne trouxe a importância da intuição clínica e dos processos inconscientes, tanto do terapeuta quanto do paciente, no processo terapêutico.

Todas essas diferenças revelam algo importante sobre o próprio projeto clínico de Eric Berne: enquanto Freud estava profundamente interessado na dinâmica interna das pulsões e conflitos psíquicos, Berne direcionou seu olhar para as relações humanas, para a comunicação e para as transações interpessoais observáveis no cotidiano — ou seja, Berne olhou para fora, para o social agilizando desta forma o processo terapêutico. Depois, retornou a olhar novamente para o lado de dentro, para incluir a psicodinâmica, analisando e resolvendo o Script de Vida. “Cura primeiro. Analisa depois” Berne dizia.

Anota aí pra não mais confundir!

A AT nasceu, portanto, em diálogo com a Psicanálise, mas não como sua continuação simplificada. Berne reconhecia as heranças freudianas, mas buscava uma linguagem mais acessível, prática e relacional, capaz de aproximar a teoria da experiência concreta das pessoas.

Celebrar Berne e Freud no mesmo mês é também reconhecer como o conhecimento sobre o ser humano se transforma ao longo do tempo: revisitando ideias, dialogando com tradições anteriores e criando novas maneiras de compreender a mente, os vínculos e a experiência humana.

FUMO: ASPECTOS FÍSICOS E PSICOLÓGICOS COM ANÁLISE TRANSACIONAL (AT)

Antônio Pedreira – MDC da UNAT-BRASIL e ALAT OFICIAL

A Nicotina é um alcaloide presente nas folhas da planta do fumo (Nicotiana tabacum) da família das Solanáceas. Depois de “curadas” e processadas, tais folhas são usadas para a fabricação dos vários tipos de cigarros, cigarretes, charutos, rapé e o tabaco para cachimbos e vapes – mais recentemente – os denominados cigarros eletrônicos. O vício, ou dependência, é determinado pela Nicotina inalada, logo depois de ser tragada, chega rapidamente ao cérebro, em cerca de 6,5 a 11 segundos. No córtex cerebral, este princípio ativo se liga aos aceptores colinérgicos e libera neurotransmissores: dopamina, serotonina e noradrenalina. Essa tríade produz de modo instantâneo uma sensação prazerosa, e elogiada pelos adictos como capazes de aumentar-lhes a atenção e aliviar a ansiedade. Daí advém efeitos mágicos que podem produzir uma associação falaciosa de um registro cerebral do binômio: fumar cigarro equivale a obter soluções rápidas de problemas.

O uso abusivo e continuado leva o cérebro do usuário à neuro adaptação. Sabe-se de há muito tempo, que nas fibras pré-ganglionares do Sistema Nervoso Autônomo produz uma Nicotina endógena que, com o tabagismo reduz seus próprios receptores, e que passam a exigir mais Nicotina exógena, e só fabrica o mínimo para manter o funcionamento basal. A partir desse conhecimento, fica fácil de entender o efeito de rebote consequente à retirada súbita da Nicotina exógena. Este fenômeno, tal como se dá pela retirada de medicações psicoativas da psiquiatria, provoca a conhecida Síndrome de Abstinência, cujos sintomas são: insônia, fome exagerada, irritabilidade, bradicardia, extrassístoles, desconcentração fácil e fissura intensa. No mais das vezes, ocorre um pico entre 1 dia e 3,5 dias, o qual pode durar algumas semanas!

Entre os efeitos colaterais indesejáveis que afetam o corpo humano, se destacam os riscos de: câncer das vias respiratórias, 35 vezes mais probabilidade de afetar o pulmão, enfisema pulmonar, infarto de miocárdio, disfunção erétil, AVC, câncer das vias urinárias, prejuízo na cicatrização de feridas, o envelhecimento precoce etc.


COMO O FUMO AFETA A MENTE: ASPECTOS PSICOLÓGICOS E DA AT

Da nossa experiência clínica, ao lidar com tabagistas percebemos como o cigarro e outras fontes de Nicotina, funcionam como uma verdadeira “muleta emocional”.

Por vezes funciona principalmente como ritual de passagem da turma de adolescentes: “agora eu sou do grupo dos fumantes”. Ao fazer isto, a pessoa está Estruturando o Tempo Social – como Berne ensinou – e saciando as “Fomes” de Estímulo, de Reconhecimento e de pertencimento. No trabalho ou em encontros, rotulando como: “o momento do meu cigarrinho”, “a minha pausa para o cafezinho (+ cigarrinho)”.


PRINCIPAIS FUNÇÕES PSICOLÓGICAS DO FUMO

Regulação emocional: pode reduzir ansiedade no início, mas, no final, termina é aumentando a ansiedade basal e a angústia.

Pseudo autocontrole: ao afirmar que só está tirando umas baforadas para matar o tempo, “eu paro a hora que eu quiser”: é uma Desqualificação típica e ilusória. Em termos de Estados do Ego, a Criança Adaptada mantém a conduta na ilusão de que será tarefa fácil.

Elementos do Script: Muitos tabagistas têm Injunções, como “Não vivas”; “Não seja sadio”; ou “Não sintas”. O tabagismo anestesia e confirma o Script, “Meu avô fumou e viveu até os 90. Eu vou morrer fumando, também”.

Jogos Psicológicos: “Sim, mas...” – “Sim, faz mal, mas só fumo pouco”.

No Triângulo Dramático, pode fazer Jogos da posição de Salvador (“quem da turma quer um cigarrinho?”), Perseguidor (“se eu pegar você fumando novamente, vou fazer você engolir o cigarro aceso”) e de Vítima (“...e aí, alguém tem um cigarrinho pra me dar?”).


SAÍDAS DA DEPENDÊNCIA: TRATAMENTO E ESTRATÉGIAS

Não funciona querer abandonar a dependência, apenas na base da “força de vontade”. Para abandonar o tabagismo requer uma terapia de grupo, tipo Fumantes Anônimos, um grupo só de fumantes em que os participantes seguem a Dinâmica Grupal com AT, com ênfase no desejo autêntico de abandonar a adição à Nicotina, adesão voluntária ao Contrato Grupal, e a firme condução de um Terapeuta capaz de praticar os 3 “(P)s” – Permissão, Proteção e Potência – e integrativo do binômio: mente sã em corpo sadio.

Fundamental e eficaz mesmo é a aplicação com habilidade das 8 operações de Berne, além de dominar técnicas de altas Confrontações, como faz o Didata Jussimar de Almeida, e manejo do Miniscript de Kahler (tipo o que o Didata Jorge Close brindou este ano os associados da UNAT BRASIL). Tudo isso sem perder de vista a aplicação prática das leis da Abundância de Caricias de Steiner e da exploração dos Impasses e da abordagem da Técnica da Redecisão dos Gouldings.


ADJUVANTES IMPORTANTES AO TRATAMENTO DO TABAGISMO

Reposição de nicotina: Adesivos, gomas de mascar e pastilhas podem reduzir a fissura em cerca de 50 a 70%, além de evitarem os terríveis picos de abstinência. Simultaneamente, substâncias do arsenal psiquiátrico podem oferecer uma considerável e importante ajuda no resultado do tratamento. Exemplos: Bupropiona e Vareniclina: Medicamentos de primeira linha. Atuam nos receptores nicotínicos e na dopamina. Révia ou o Contrave (associação da Naltrexona + Bupropiona) pode ser essencial na superação da fissura

Preparo do Dia D: Marcar data, reduzir estímulos, tirar cinzeiros e isqueiros de casa, e ter uma rede de apoio para servir de reforço à nova decisão.

AT e Redecisão: Que Permissão sua Criança precisa? “Você pode sentir e resolver sem cigarro”. Identificar gatilhos. Situação, pensamento, emoção, comportamento. Criar respostas alternativas.

Regulação emocional: Treinar técnicas de respiração, mindfulness e tolerância ao mal-estar. A fissura dura 3 a 5 minutos. Se não alimentar, ela passa.

Autocontrole real: Trocar o Pai Crítico por um Pai Nutridor. Em vez de “Você é fraco”, usar “Hoje foi difícil, mas você está no caminho da solução. Avante”.

Prevenção de recaída dos 4 gatilhos principais: HALT – (Hunger = fome, Angry = raiva, Lonely = solitário, Tired = cansado). São dificultadores da cessação.


CONCLUSÃO

O fumo é uma dependência biopsicossocial. A nicotina produz o sequestro cerebral. Sair exige mais que autocontrole. Exige nova regulação emocional, permissão para sentir e contratos claros de mudança. Como psiquiatra, o papel é tratar a abstinência física e, como psicoterapeuta, ajudar o paciente na Redecisão: “Eu posso viver, sentir e pertencer sem fumar”.

A boa notícia: 1 ano sem fumar já reduz o risco cardíaco pela metade. O cérebro é plástico. A Criança Livre agradece.

 
Dia do Trabalho: o que podemos comemorar e pelo que ainda precisamos lutar

Silvio Cabral Jr

CRP 04/40693

Psicólogo e MDF em Psicoterapia

No mês de maio, celebramos o Dia do Trabalho. Mais do que um feriado, esta data representa a história de luta da classe trabalhadora por dignidade, direitos e condições mais humanas de existência.

A classe trabalhadora sustenta e movimenta um país. Ainda assim, em diferentes momentos da história, seus direitos foram ameaçados por interesses de grupos dominantes, atravessados por relações de poder, exploração e desigualdade social.

Compreender essa trajetória é fundamental para evitar retrocessos e para que pessoas não sejam lesadas ou submetidas a Jogos de Poder que utilizam a opressão como estratégia de controle.

A filósofa Simone de Beauvoir faz uma provocação sobre os direitos das mulheres que me permito ampliar para toda a classe trabalhadora:

“Nunca se esqueça de que basta uma crise política, econômica ou religiosa para que os direitos das mulheres sejam questionados. Esses direitos não são permanentes. Você terá que manter-se vigilante durante toda a sua vida.”

Nos últimos anos, acompanhamos debates e propostas legislativas que mobilizaram preocupações relacionadas à flexibilização de direitos trabalhistas, à precarização das relações de trabalho e à fragilização de garantias sociais. Esses movimentos reforçam a importância de permanecermos atentos às questões sociais e políticas que atravessam o cotidiano das pessoas.

Aqui fica também um convite aos Analistas Transacionais: ampliar o olhar para as dinâmicas sociais, para as Transações utilizadas como mecanismos de controle e poder sobre populações vulneráveis e para os impactos subjetivos produzidos por contextos de desigualdade. Que possamos construir uma prática ética, crítica e comprometida com o cuidado humano, sem sermos coniventes com qualquer forma de crueldade ou desumanização.

Estar atento para que o Dia do Trabalho continue sendo um elemento de comemoração, memória e resistência é também um compromisso ético com a dignidade humana, com a proteção dos direitos sociais e com a construção de relações menos marcadas pela exploração e pela desigualdade.

As colocações de Claude Steiner no livro Jogos de Poder complementam e aprofundam essas importantes reflexões do Sílvio, principalmente nesta época em que as Posições Existenciais se encontram tão afloradas. Vale à pena ler. (Adriana Montheiro - Diretoria de Comunicação)
 

por Juliana Alencar
Psicóloga CRP 11/05083
Analista Transacional em Formação
Baiana apaixonada por pessoas e por AT. Morando em Fortaleza, trabalhando na Clínica e num CAPS geral.

Sinopse: Em Meu Nome é Agneta, uma mulher de 49 anos, presa a uma rotina estagnada e sentindo-se invisível, decide mudar radicalmente de vida ao aceitar um trabalho como au pair na França. O plano, no entanto, toma outro rumo ao descobrir que o suposto garoto é, na verdade, um idoso excêntrico, dando início a uma convivência improvável que a leva a repensar suas escolhas.

Onde assistir: Netflix.

"Meu nome é Agneta é definitivamente um dos filmes mais lindos, sensíveis e profundos que eu já assisti! E, com certeza, vou assistir mais um tanto de vezes!

Pela ótica da Análise Transacional, pode ser compreendido como a trajetória de uma mulher que sai de um funcionamento totalmente adaptado para um movimento de Autonomia, Espontaneidade e Intimidade.

O Script de Vida de Agneta girava em torno de mensagens como: "Não seja importante, Não incomode, Não sinta, Não seja você mesma...".Ela ocupava pouco espaço emocional e foi se apagando ao longo do tempo.

A transformação de Agneta acontece por meio de pequenas recuperações de subjetividade: desejar, rir, ocupar espaço, criar vínculos, experimentar prazer, se permitir e simplesmente ser!

"Ela não precisava se tornar outra pessoa.
Precisava recuperar quem havia deixado de ser."

Assistam!"

 
 

Aniversariantes
do Mês!

02 MAIO
Alessandra Christina Moraes Serra

03 MAIO
Meury Kotovicz Corsico
Rafael Gonçalves da Rocha Quinteiro
Carine Lência Balz

04 MAIO
Marcos Paulo Guida Massa
Juliana Paula Almada

06 MAIO
Ângelo Luiz Alberton
Luana Tavares Domingos
Rener Leite da Cunha
Luiz Fernando Silveira Candeias Segundo
Ivonette da Nova Cardozo

07 MAIO
Isabele Grangeiro Fernandes
Mônica Levi

08 MAIO
Perci Janzen
Vera Lúcia Carniel
André Luis Gonçalves Lopes
Fábio de Souza Abagabir
Andrezza Cristina Souza Silva

09 MAIO
Flávia Saturnino de Sá
Angelis Bogdanovicz Martins
Verena de Fátima B. Barroso Ferreira

12 MAIO
Paula Rodrigues Nascimento
Silvia Maria Gunther
Tatiana Pedroso de Aquino

13 MAIO
Angela Matos Koch
Fernanda Brandão Pilotto Xavier

14 MAIO
Claudio Andre Ferreira da Costa

15 MAIO
Alberto Jorge Close
Petrucia Leao Ferreira
Eugenio Flavio Vaz D

16 MAIO
Nicole Goldman Calandrini Branco

17 MAIO
Débora da Costa Pereira

18 MAIO
Carolina Matos da Silva Moitinho

19 MAIO
Ianeile Martiniano de Souza Santos

22 MAIO
Maria Lúcia Rodrigues Corrêa

24 MAIO
Rosângela Valvassori

28 MAIO
Paula Daniela Sabino de Freitas Alves
Julliane Carvalho da Silva

29 MAIO
Marcell André Gossen
Jesebel Sprung
Dálete Kennane Rodrigues Sampaio
Maria do Carmo Schmidt
Cláudia Regina Fraga dos Santos
Suelen de Azevedo Kuretzki

30 MAIO
Priscila Pires Serra Leite

 
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