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Opções News - Newsletter da UNAT-Brasil - Fevereiro

Da Diretoria de Docência e Certificação

A Diretoria de Docência e Certificação informa sobre as próximas etapas e prazos importantes referentes ao processo de certificação:

1. Trabalho Escrito - 1ª Fase de Certificação

Data limite para envio do Trabalho Escrito para a Diretoria de Docência e Certificação: 25/03/2026

2. Inscrições para a 2ª Fase de Certificação

Data limite: 25/07/2026

3. Apresentação Oral - 2ª Fase de Certificação

Datas: 25, 26 e 27/09/2026

Modalidade: on-line via plataforma Zoom

Atenciosamente,

José Silveira Passos - Diretor de Docência e Certificação

Da Diretoria de Administrativa e Científica

Atualizem seu endereço para receber a REBAT 2025

Estamos animados em informar que o envio da REBAT 2025 será feito gratuitamente para todos vocês!

Para garantir o seu exemplar, é fundamental que:

  • o endereço tenha sido atualizado nos anos de 2025 ou 2026;
  • as anuidades estejam quitadas até o ano de 2025.

Como atualizar o seu endereço:
Acesse a “Central do Associado” no site da UNAT e, em “Meu Cadastro”, salve o endereço cadastrado, mesmo que não tenha havido alteração.

Esse passo é essencial para que nosso sistema valide a atualização.

Contamos com a colaboração de todos!

 

CONVITE PARA O PRIMEIRO WORKSHOP OFICIAL DO ANO:

DIA 14 DE MARÇO, DAS 09:00 H ÀS 17:00 H. ON LINE.

O workshop é direcionado a Analistas Transacionais experientes que desejam aprofundar sua compreensão dos processos de Desqualificação, ampliar a eficácia de suas intervenções e fortalecer práticas que promovem Autonomia, Consciência e escolha.

Workshop Avançado – O Mini Script na Análise Transacional

Este workshop propõe uma atualização aprofundada sobre o Mini Script, conforme formulado por Taibi Kahler, integrando contribuições contemporâneas da Análise Transacional e da prática clínica, educacional e organizacional.

O encontro explora o Mini Script como uma sequência defensiva que se inicia a partir de uma Desqualificação promovida pelo Pai Interno, ativando medo, Impulsores e respostas automáticas que reforçam o Script de Vida. Serão analisadas as diferentes formas de Desqualificação — do estímulo, da capacidade, da relevância e da solução — e seus efeitos na percepção, na decisão e na conduta.

Um eixo central do workshop é a compreensão de que a Permissão só se torna efetiva quando existe Proteção. A ausência de Proteção mantém o medo ativo, neutraliza a Permissão e sustenta o funcionamento do Mini Script. A partir desse entendimento, o workshop apresenta estratégias para neutralizar os Impulsores, reduzindo seus efeitos desqualificativos e ampliando a autonomia do Adulto.

Ao longo do dia, os participantes irão:

• ⁠Revisar o modelo estrutural e funcional do Mini Script

• ⁠Compreender o papel dos Impulsores na manutenção do Script

• Identificar Desqualificações iniciais e suas consequências clínicas

• ⁠Integrar Proteção e Permissão como intervenções complementares

• ⁠Explorar aplicações práticas em contextos clínicos, educacionais e organizacionais

Jorge Close - Membro didata e vice-presidente da UNAT-Brasil.

 

ANÁLISE TRANSACIONAL CONQUISTANDO NOVOS ESPAÇOS

José Silveira, Diretor de Docência e Certificação, com Marília Pereira, Didata em Psicoterapia e dançarina, na apresentação de seu trabalho de conclusão de Mestrado Profissional da Faculdade de Dança Angel Vianna: Corporeidade nos processos intersubjetivos da relação paciente-terapeuta.

 

Adolescência e mundo digital:

linguagens, códigos e riscos invisíveis

por Ana Paula Saad - MDF Psicoterapia

Influencers, personagens, Discord, Reddit, cultura do cancelamento, linchamento virtual, cyberbullying, challenges, streak, like, dislike, manosfera, sigma, red pill, apostas digitais, grooming, FOMO, deepfake, nudes, sexo virtual, avatar, persona, sexting, apostas digitais…

Você reconhece esses termos? É nesse universo no qual os adolescentes estruturam grande parte do seu tempo. É organizado por linguagens, códigos e comportamentos que, muitas vezes, passam despercebidos pelos adultos, e são marcadores de pertencimento, formas de comunicação e referências identitárias que organizam vínculos, hierarquias e modos de estar no mundo digital.

Pesquisas indicam que muitos adolescentes passam mais de dez horas por dia conectados em múltiplos ambientes digitais, como redes sociais, mensagens, vídeos, conteúdos escolares, músicas ou jogos. Nesses espaços, lazer, estudo, socialização e intimidade se misturam, sem fronteiras claras de tempo, função ou privacidade.

Essa hiperconectividade se refere à exposição contínua a estímulos, comparações e demandas de respostas cada vez mais imediatas, em um ambiente marcado por trocas rápidas, atualizações constantes e mudanças aceleradas de temas, imagens e interações. O mundo digital é veloz: mensagens e conteúdos se renovam em segundos e tendências surgem e desaparecem rapidamente. A sensação é de que é preciso reagir o tempo todo para não perder visibilidade ou pertencimento – o que me leva a refletir sobre as variáveis que podem interferir e ajudar a explicar o aumento significativo de sintomas ligados à depressão, ansiedade, TDAH, isolamento e dificuldades no desenvolvimento de habilidades sociais.

 

As Carícias Digitais

A possibilidade constante de produzir e compartilhar imagens, especialmente por meio da selfie, introduz uma mudança significativa na forma como o adolescente se apresenta e se expõe ao mundo. A imagem funciona como meio de contato, expressão e posicionamento identitário.

Ser visto, comentado, curtido ou compartilhado torna-se, muitas vezes, um critério central de validação e pertencimento. Nesse contexto, essas reações passam a operar como Carícias Digitais, oferecendo sinais rápidos de aceitação ou desaprovação. Cunhei esse termo em 2025 para designar as formas contemporâneas de reconhecimento mediadas por tecnologias digitais, compreendidas à luz do conceito de Carícias da Análise Transacional.

O like costuma ser vivido como reconhecimento - um sinal de “eu existo”, “eu sou importante”. Já o dislike, ou mesmo a ausência de resposta, pode ser interpretado como rejeição, desvalor e exclusão, sobretudo quando o adolescente ainda não tem recursos internos suficientes para diferenciar a avaliação de um conteúdo da avaliação de si mesmo.

O jovem continua se fechando no quarto, mas o que antes era percebido como espaço protegido tornou-se um ambiente aberto ao mundo digital. Novas pessoas, discursos (muitas vezes de ódio, manipulativos ou violentos) e diferentes riscos passam a fazer parte do cotidiano do adolescente. Pais e responsáveis, em geral, não conhecem quem são esses estranhos que, em poucas horas, tornam-se íntimos de seus filhos.

Nesse contexto, ampliam-se comportamentos de risco mediados pelo digital, como exposição excessiva, aliciamento, violência virtual, dependência de jogos e apostas, além do aumento de ansiedade e sofrimento emocional. Em situações ainda mais graves, há casos de abuso sexual, incentivo a desafios que podem levar à morte e a normalização de práticas de automutilação ou ideação suicida.

 

A presença adulta

Portanto, faz parte da segurança digital compreender onde o adolescente está, com quem se relaciona, como se expõe, que tipo de reconhecimento busca e de que forma constrói pertencimento nesses ambientes digitais. Trata-se de olhar para a vida online como parte inseparável do desenvolvimento emocional, relacional e social, exigindo presença adulta interessada, diálogo, escuta e construção conjunta de critérios de cuidado e proteção.

A aproximação dos profissionais da saúde, educadores, pais e familiares desse universo é necessária para conhecer seus códigos, compreender suas dinâmicas, orientar escolhas, sustentar limites e oferecer proteção real aos adolescentes.

Mesmo quando os adolescentes rejeitam esse zelo, eles desejam e precisam dessa proteção - mesmo quando não é verbalizado. A presença adulta, aliada a um ambiente relacional seguro e amoroso, com abertura para o diálogo, continua sendo o principal fator de proteção para adolescentes.

 

Ana Paula Saad - Psicóloga clínica (CRP 01/5967), analista transacional, psicoterapeuta, orientadora profissional e educadora parental. Atua com desenvolvimento humano na área clínica e educacional, atendendo adolescentes, adultos jovens e adultos, integrando clínica, educação e produção de conteúdos psicoeducativos. Membro didata em formação pela UNAT-BR.

 

AT NAS EMPRESAS:

MAIS UMA TURMA DAS ÁREAS ORGANIZACIONAL/EDUCACIONAL.

por Silvia Regina R. Vieira

Em 2025, o Grupo Atona celebrou com entusiasmo a formação de sua terceira turma do Curso de Formação em Análise Transacional – AT 202 , nas áreas Organizacional e Educacional, em parceria com a UNAT. Um marco que consolida não apenas uma trajetória pedagógica consistente, mas também um compromisso profundo com o desenvolvimento humano.

Queremos agradecer as professoras/orientadoras Simone Klober e Michelle Thomé, cuja condução sensível e consistente foi decisiva para o sucesso deste curso.

Foram dois anos de imersão, marcados por estudo, prática, supervisão e, sobretudo, transformação. A cada encontro, ampliava-se o olhar sobre si, sobre o outro e sobre os sistemas dos quais fazemos parte, um convite contínuo à consciência e à responsabilidade relacional.

 

“Um novo olhar para meu EU. É assim que defino o Curso em Análise Transacional 202. Mais do que uma formação profissional, ele é um convite ao autoconhecimento, a partir de ferramentas cuidadosamente desenvolvidas por Eric Berne, que promovem o autodesenvolvimento em um processo crescente de transformação transpessoal. Posso afirmar que meu trabalho com atendimento individual em Constelação Familiar ganhou um significado e uma potência muito maiores com as novas ferramentas aplicadas junto aos clientes.”

Surama Aparecida Santos Oliveira, formanda do AT 202 – Turma 3

 

A celebração de hoje vai além da conclusão de uma formação. Ela simboliza o fortalecimento de uma comunidade comprometida com relações mais leves, intervenções mais conscientes e práticas mais humanizadas nos contextos organizacionais e educacionais.

 

“O encontro foi simplesmente maravilhoso. Fomos acolhidos por muito afeto desde a chegada: abraços sinceros, calor humano e um clima amoroso que se instalou imediatamente. Vivemos momentos leves, de descontração, trocas genuínas e reconhecimentos profundos. Tudo foi lúdico, delicado e prazeroso. Um fechamento de ciclo incrível — pleno, verdadeiro e profundamente amoroso.”

Silvia Regina Russi Vieira, formanda do AT 202 – Turma 3

 

Aos formandos e formandas Arlete De Gasperin, Cerli Antenor Martins da Silva, Cintia Maria de Amorim Stringari, Guilherme Silveira Correia, Luciana Priosta, Maria Conceição Klober da Silveira, Moacir César de Borba Júnior, Paula Rodrigues Nascimento, Renata Souza Teixeira, Rosângela Valvassori, Silvia Regina Russi Vieira e Surama Aparecida Santos de Oliveira, fica o nosso reconhecimento pelo envolvimento, pela entrega e pela coragem de sustentar esse processo transformador até o fim.

Uma turma que deixa marcas e segue multiplicando sentidos.

By Silvia Regina R. Vieira
Curso de Formação em Análise Transacional Organizacional
Pedagoga com Habilitação em Administração Escolar. Graduação em Práticas Integrativas da Saúde. Formação em Reiki.

 

"Em Fevereiro, em Fevereiro
Tem carnaval, tem carnaval..."
País Tropical - Canção de Jorge Ben Jor de 1969

Sim, em Fevereiro tem Carnaval, mas também tem o Dia Nacional de Combate ao Alcoolismo (18/02). Você sabia?

A data nos convida a refletir sobre uma questão de saúde pública que atravessa vidas, famílias e relações. E nesse ano, ela cai durante o feriado de Carnaval, um momento culturalmente marcado pelo excesso e pelo incentivo ao consumo exagerado de bebida alcoólica como sinônimo de diversão, pertencimento e liberdade, quase como um ritual coletivo.

Isso nos leva a um ponto importante: não é só durante esse período que beber deixa de ser apenas aceito e passa a ser estimulado. O álcool é, hoje, a droga mais aceita socialmente, amplamente divulgada, normalizada e até romantizada, apesar de seus impactos físicos, emocionais e relacionais. Muitas vezes, o consumo abusivo passa despercebido justamente por estar inserido em contextos de celebração.

Dados (clique aqui para ler mais) mostram que uma parcela significativa da população faz uso excessivo do álcool, às vezes de forma mais escrachada, mas muitas outras de forma sutil, reforçando a importância de falarmos sobre o tema sem moralismo ou conservadorismo, mas sim com informação, consciência e responsabilidade. Menos Pai Crítico, mais Adulto Integrado.

Sob a perspectiva da AT, o alcoolismo pode ser compreendido como uma tentativa - muitas vezes inconsciente - de lidar com emoções difíceis, conflitos internos e padrões de comportamento aprendidos ao longo da vida. Em contextos como o Carnaval, por exemplo, o álcool pode funcionar como uma “permissão” para silenciar o Pai Crítico, aliviar tensões de uma Criança Adaptada Submissa ou suspender, temporariamente, o Estado do Ego Adulto responsável por escolhas adequadas.

Além disso, também pode estar atrelado à dinâmica de Jogos Psicológicos e de Scripts de Vida construídos a partir de mensagens parentais como “não sinta”, “não seja você”, "não pense", "não se cuide" etc. O consumo de bebida alcoólica, nesse sentido, deixa de ser apenas um hábito e passa a cumprir uma função emocional e relacional. Refletir sobre isso  é, portanto, olhar e pensar o álcool para além da substância. E, embora o cuidado em relação ao uso do álcool envolva escolhas individuais, ele não acontece de forma isolada.

Somos sujeitos em relação, atravessados pelas Transações que estabelecemos nos diferentes contextos sociais e culturais. Ou seja, em uma cultura que normaliza e incentiva o consumo excessivo, atitudes como insistir para que alguém beba ou Desqualificar a decisão do outro de não consumir, por exemplo, podem reforçar padrões nocivos e fragilizar a Autonomia. Promover cuidado também é uma responsabilidade coletiva: criar ambientes pautados em Transações Adulto-Adulto, baseadas no respeito, na escuta e no reconhecimento dos limites próprias e do outro, favorecendo relações mais autênticas e escolhas mais alinhadas à realidade, ao autocuidado e às necessidades internas.

Para ampliar a reflexão, compartilhamos aqui a sugestão de leitura do artigo O Contrato Terapêutico no cuidado de usuários de álcool e outras drogas a partir da teoria da Análise Transacional e da perspectiva da redução de danos, da Analista Transacional Olívia De Freitas Oliveira.

O artigo traz mais um ponto importante para o debate: o lado demonizado na sociedade, que cria o estigma e a discriminação de usuários de álcool (e outras drogas). Desse modo, a construção do cuidado é afetada e esse grupo acaba sendo negligenciado.

A autora complementa: "Para oferecer um cuidado a essas pessoas, deve-se levar em consideração os prejuízos que esse uso tem produzido. A partir disso, construir estratégias para reduzir os danos, colocando o sujeito como agente ativo e central em seu projeto terapêutico. Assim, será possibilitado a formação do tripé acolhimento-vínculo-responsabilização, que são essenciais para a elaboração de um Contrato Terapêutico. Este trabalho busca discutir o cuidado das pessoas usuárias de alguma droga, a partir da teoria da Análise Transacional e da perspectiva da Redução de Danos."

Boas Reflexões Transacionais!

 

Se este conteúdo despertou alguma reflexão, o convite é simples, mas profundo: observe sua relação com o álcool e com os excessos que, muitas vezes, passam despercebidos por serem socialmente aceitos. Pergunte-se, sem julgamentos: de que forma tenho cuidado de mim? Consciência é um dos passos para escolhas com Autonomia.

Se você ou alguém próximo enfrenta dificuldades relacionadas ao consumo de álcool, saiba que ajuda existe. Buscar apoio e cuidado também são atos de liberdade.



Reflexões Transacionais é uma editoria não só para dar espaço aos trabalhos realizados pela nossa comunidade de Analistas Transacionais que, diga-se de passagem, está recheada de conteúdos bacanas e riquíssimos, mas também para convidar cada um de nós a refletir, a pensar em Análise Transacional.

Você tem gostado dos trabalhos apresentados nessa seção e ficou com gostinho de “quero mais”? Você pode encontrar cada um deles completos na aba Publicações em nosso site oficial!

Agora, se você ficou com vontade de compartilhar conosco as suas Reflexões Transacionais, vamos adorar saber!

Nos envie seu feedback através do e-mail comunicacao@unat.org.br.
Até a próxima!

E, NO CARNAVAL, TEM MUITO BRILHO E MUITO GLITTER

Por: Adriana Montheiro - Diretora de Comunicação e Mestre no Ensino da Ciência da Saúde e do Ambiente.

O glitter parece inocente. Brilha, dança na pele, faz festa nos olhos. Mas quando a música acaba, ele segue viagem — silencioso, persistente — rumo aos rios, aos mares, às entranhas azuis do planeta. E não é possível haver saúde pessoal em ambientes poluídos e doentes.

O que chamamos de glitter é, na verdade, microplástico: fragmentos minúsculos de plástico revestidos de metais e pigmentos que não se dissolvem, não desaparecem, não descansam. Eles escorregam pelo ralo, passam ilesos pelos filtros, atravessam estações de tratamento como quem atravessa fronteiras sem passaporte. E chegam ao oceano.

Lá, misturam-se ao plâncton, confundem-se com alimento.

Peixes comem.

Moluscos acumulam.

Corais adoecem.

E o brilho que era festa vira ruído no corpo do mar.

O mais inquietante é o ciclo: o glitter que encantou uma noite pode voltar para nós no prato, na água, no corpo. Um espelho invisível entre consumo e consequência.

Mas há um fio de esperança — sempre há.

Já existem glitters biodegradáveis, feitos de celulose vegetal, que brilham e depois retornam à terra sem ferir o azul. Há escolhas mais conscientes, pequenos gestos que mudam rotas inteiras.

Cuidar dos oceanos começa assim:

  - Prestando atenção no que reluz.

  - Perguntando de onde vem e para onde vai.

  - Trocando o brilho que polui pelo brilho que respeita.

  - Porque o mar não precisa de glitter.

  - Ele já é, por si só, o maior espetáculo de luz em movimento.

O glitter é pequeno, quase invisível quando se solta da pele.

Mas o caminho que ele percorre é imenso — e quase sempre termina no mar. Evitar que ele desça pelo ralo é, na verdade, interromper uma corrente silenciosa. Aqui vão gestos simples, quase rituais de cuidado, que fazem diferença:

Retire o glitter a seco

Antes de qualquer contato com água, use papel, lenço, algodão seco ou fita adesiva. O glitter gruda ali e para de viajar.

Use um pano úmido fora da pia

Passe no rosto ou no corpo com cuidado e descarte o pano no lixo comum. A pia não é lugar de despedida para o brilho.

Nunca lave direto no chuveiro

O banho é um portal direto para os rios. Remova tudo antes, com calma, como quem fecha portas antes de sair.

Use uma peneira no ralo

Em lavatórios e tanques, ela funciona como uma pequena rede de contenção — simples, barata, eficaz. Serve colocar papel-toalha de cozinha sobre os ralos.

Descarte no lixo, não no vaso sanitário

O vaso é outro caminho sem volta para o oceano. Glitter não pertence ao sistema de esgoto.

Prefira glitter biodegradável

Ele não resolve tudo, mas muda a história. Quando o brilho precisa existir, que ele saiba desaparecer.

Reduza, reaproveite, repense

Menos glitter é mais mar. O que sobra pode ser guardado, reutilizado, transformado.

Cada vez que o glitter não escorre pelo ralo, algo se preserva. É um gesto pequeno, quase imperceptível —mas o oceano sente.

AGIR LOCALMENTE, PENSAR GLOBALMENTE

 

Aniversariantes
do Mês!

01 FEVEREIRO
Karina Kapazi Siqueira
Polyane de Paiva Mendonça
Eloisa Santos Ribeiro Oliveira

02 FEVEREIRO
Tatiane Medeiros Cunha
Juliana Rodrigues Vieira
Ana Carolina André Ribeiro

03 FEVEREIRO
Maria de Fátima Azeredo Floriani

04 FEVEREIRO
Lílian de Cássia Dantas

05 FEVEREIRO
Marianne Camargo Borges Pereira

06 FEVEREIRO
Talita Kaminski Boddy
Flavia Cristina de Jesus Parisotto

07 FEVEREIRO
Nyara de Araujo Silva
Juliana Alencar Couto Pinto
Maria Imaculada G. de Almeida Mollmann

08 FEVEREIRO
Maressa Furlan Vieira França
Adiles Maia Zorzeto
Carla Cristina Martini
Ana Carolina Brandao Braga
Leonardo Zacharias Mota

09 FEVEREIRO
Sabrinna Spirandelli Coimbra Ribeiro

10 FEVEREIRO
Marialba Gomez

11 FEVEREIRO
Rosa Benites Pelicani
Jessica Raiane Costa Souza
Renato Morandi
Simone de Andrade Klober

12 FEVEREIRO
Joelma Moura Tannus

13 FEVEREIRO
Marcia Rosane Garbossa Cattani

14 FEVEREIRO
Juliana Alves da Costa Lima
Olívia de Freitas Oliveira

15 FEVEREIRO
Eduardo Silva de Barros
Kellin Chiquelero Machado

17 FEVEREIRO
Guilherme Castilhos Arnold
Lis Campos Martins

20 FEVEREIRO
Mykelly Guimarães da Silva Peligrineli
Beatriz Roedel Linhares Faria

21 FEVEREIRO
Estela Centurion Benitez

23 FEVEREIRO
Lilian Monise Gomes da Silva Schmitz
Luana Carvalho Paiva

24 FEVEREIRO
ThaÍs Rodrigues Pascoal

25 FEVEREIRO
Elaine Christine de Freitas Fraga

27 FEVEREIRO
Stelamari Barbosa Baptista
Patrícia Bastos Bentes
Virgínia Allgayer

 
EXPEDIENTE
Opções é a newsletter mensal da União Nacional dos Analistas Transacionais (www.unat.org.br).
Comissão de Comunicação da UNAT-Brasil, composta por: Aymée Fávaro, Leilane Nascimento e Ana Laura Rodovalho.
Diretora responsável: Adriana Montheiro.
Diagramação: Inova+Digital e RaioZ.
Você pode enviar sua sugestão de pauta até o dia 15 de cada mês para o e-mail comunicacao@unat.org.br.