Confira as novidades da UNAT-Brasil.
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REUNIÃO DAS DIRETORIAS DA UNAT - NOVEMBRO
PERCEBAM A NOSSA NOVA DIRETORA DO CONSELHO DELIBERATIVO, JANE PANCINHA COSTA, TRAZENDO COMPETÊNCIA E ALEGRIA.
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Espaço renovado e cheio de cuidado! ESPECIALMENTE PARA VOCÊ!

A UNAT conta com uma sala especial para guardar seus livros e materiais físicos — um verdadeiro cantinho de conhecimento e história! Localizada em Curitiba, a sala é administrada pela Diretoria Administrativa e pela secretária Andréia Gava.
No último mês, o espaço passou por pequenas reformas de manutenção. Aproveitando o momento, Andréia também realizou a contagem completa do acervo e a higienização de cada livro, garantindo que tudo permaneça bem cuidado e organizado.
Com tanto zelo e dedicação, nossa sala fica ainda mais bonita — e pronta para continuar guardando boas histórias!
Com excelentes livros à disposição para você, associado, adquirir.

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| RECADO DE KAROL CAVERO:
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Karol Cavero es Licenciada en Psicología por la Universidad Femenina del Sagrado Corazón. Psicoterapeuta, Directora y fundadora de la Sociedad Peruana de Análisis Transaccional (SPAT). Miembro Didacta Clínico (P) y actual Presidenta de la Asociación Latinoamericana de Análisis Transaccional (ALAT). Cuenta con formación en Terapia de Redecisión, Psicoterapia Gestalt y Terapias Psicocorporales, además de un entrenamiento en Reprocesamiento del Trauma en el Instituto ALECES (España). Ha sido docente del curso de Titulación en la Facultad de Psicología de la UNIFE.
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III Jornada Internacional de Análise Transacional - organizada por la Sociedad Peruana de Análisis Transaccional.
MÁS ALLÁ DEL GUION DE VIDA: COMPRENDER, SANAR Y TRANSFORMAR 
Você sabia que muitas de nossas decisões são guiadas por um Script aprendido na infância?
Esta jornada é uma oportunidade para compreender seu Script de vida, curar antigas feridas e transformar sua história.
Representantes convidados da UNAT-BRASIL:
JANE PANCINHA COSTA - FACTORES DETERMINANTES EM LA FORMACION DEL GUIÓN
JORGE CLOSE- NECESIDADES Y GUIÓN DE VIDA
ADRIANA MONTHEIRO - MATERNIDAD - PRÁCTICA DE LA SOMATOPSICODINÁMICA DEL GUION CORPORAL
→ 29 e 30 de Novembro
→ Modalidade online
Mais informações e inscrições pelo Whatsapp +51 995 065 434
PROGRAMA ABAIXO:

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Olha quem anda curtindo férias merecidas em Orlando: Ofélia e nosso Vice-Presidente Jorge Close!
Vai voltar com mais garra ainda!
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Por Aymée Fávaro - Psicóloga CRP 05/49942, Membro do Conselho Deliberativo e da Comissão da Diretoria de Comunicação. Analista Transacional em Formação - Área de Psicoterapia.
O processo de luto e a Análise Transacional
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Conhecido como Dia de Finados, o dia 02 de novembro é um momento de pausa e de reverência à memória daqueles que partiram. Mais do que uma data simbólica, é também um convite à reflexão sobre o luto; esse processo humano, natural e inevitável, mas que se manifesta de forma singular em cada pessoa.
E é de extrema importância lembrar que o luto não se restringe apenas à perda física pela morte de alguém querido: ele pode surgir diante da perda de um bichinho de estimação, do término de um relacionamento, da perda de um emprego, de uma mudança significativa, de um sonho que não se concretizou ou até de uma identidade que se transforma. Em muitos casos, esses lutos são ora silenciosos, ora silenciados, não sendo legitimados socialmente (os chamados lutos não reconhecidos), que acontecem sem o acolhimento e a validação do entorno ou, até mesmo, próprio. A Desqualificação, ou seja, a ausência desse reconhecimento, pode dificultar o processo de elaboração, deixando a dor confinada ao espaço do não dito.
Na Análise Transacional, compreendemos que o ser humano se estrutura a partir de três Estados de Ego que influenciam diretamente a forma como vivenciamos nossas emoções, tomamos decisões e nos relacionamos conosco e com o mundo. Durante o processo de luto, o Pai, o Adulto e a Criança podem se manifestar de maneiras saudáveis ou não, interferindo no curso da vivência emocional. Vamos verificar como isto pode ocorrer nas descrições abaixo sobre a vivência de cada um deles:
O Pai no luto
O Estado de Ego Pai representa as mensagens internalizadas das figuras parentais e de autoridade, além das normas culturais que aprendemos ao longo da vida.
- De forma saudável, o Pai oferece acolhimento e estrutura: permite o choro, o tempo de silêncio, o respeito pelo ritmo individual. Ele pode incentivar rituais simbólicos de despedida, como visitar o cemitério, acender uma vela ou escrever uma carta de adeus. Formas de honrar a memória do que foi vivido e cuidar de si.
- De forma não saudável, o Pai se impõe por meio de mensagens rígidas e punitivas: “Você tem que ser forte!”, “Não chore!”, “Já está mais do que na hora de seguir em frente!”. Esse tipo de voz interna deslegitima a dor e impede o contato autêntico com as emoções naturais e coerentes desse processo, favorecendo a negação e o bloqueio emocional.
O Adulto no luto
O Estado de Ego Adulto é aquele que está no aqui e agora, avaliando a realidade com clareza e equilíbrio.
- De forma saudável, o Adulto reconhece a perda e busca compreender o processo de forma realista, sem negar nem dramatizar. Ele integra os aspectos positivos do Pai e da Criança para sentir e agir: aceita a tristeza, mas também procura estratégias de cuidado, como buscar apoio, fazer psicoterapia e ter momentos de autorreflexão. É o Adulto quem ajuda a transformar a dor em aprendizado e significado.
- De forma não saudável, o Adulto pode se Contaminar diante da força dos aspectos negativos do Pai e/ou da Criança. Em alguns casos, pode tentar lidar com o luto de maneira excessivamente racional, intelectualizando a perda (“A morte faz parte da vida, e é isso.”) ou desconectando-se das emoções, o que leva a uma aparência de controle, mas à custa de um vazio interno.
A Criança no luto
Já o Estado do Ego Criança representa nosso mundo emocional mais genuíno, o espaço das necessidades, da vulnerabilidade, da espontaneidade e da criatividade.
- De forma saudável, a Criança vive o sentir. Chora, sente falta, se entristece, expressa saudade e, aos poucos, vai ressignificando a ausência. Pode até transformar a dor em expressão criativa, seja escrevendo, desenhando, recordando.
- De forma não saudável, a Criança pode negar ou externalizar a dor com hostilidade (“Não quero falar sobre isso!”) e/ou reprimir seus sentimentos para atender às expectativas alheias (“Não quero preocupar ninguém.”). Isso pode fazer com que a Criança permaneça paralisada, sem recursos internos para seguir, vivenciando um luto prolongado ou congelado.
Em resumo, o processo de luto saudável acontece quando esses três Estados dialogam de forma integrada:
- O Pai oferece permissão e proteção para sentir;
- O Adulto compreende a realidade da perda e dá sentido ao vivido;
- A Criança expressa a dor e, gradualmente, reencontra a alegria e a esperança.
Essa integração favorece um movimento interno de reconciliação e crescimento emocional. O luto deixa, então, de ser apenas ausência e se transforma em presença simbólica: um espaço de significado, onde o amor e a memória continuam a existir de outro modo.
E para contribuir com essa Reflexão Transacional, nessa edição compartilhamos três artigos de nossas Analistas Transacionais para que você possa aprofundar seus estudos sobre luto e AT: |
- Estados de ego e a vivência do luto: contribuições da Análise Transacional, por Gabriela Tavares da Silva
- Morte a o processo de luto: contribuições da Análise Transacional, por Maria Clara Ramos Grochot
- As fases do luto de Kübler-Ross à luz dos estados do ego da Análise Transacional, por Camila Maria Vieira e Silva
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Os três artigos analisam o luto e o adoecimento como experiências humanas inevitáveis, que provocam intensas reações emocionais e exigem processos de adaptação e ressignificação. A partir do olhar da AT, as autoras propõem compreender como os Estados de Ego se manifestam nas diferentes fases do sofrimento e como a atuação consciente do terapeuta pode favorecer o manejo dessas vivências. Ao correlacionar os estágios do luto de Kübler-Ross com conceitos de Desqualificação e Catexia de Jacqui Schiff, os artigos evidenciam que o luto não se limita à perda por morte, mas permeia toda situação de ruptura ou mudança significativa. Nessa perspectiva, o papel do profissional é fundamental: acolher, conter e auxiliar o paciente a restaurar o equilíbrio interno, fortalecendo o Estado de Ego Adulto Integrado e promovendo a reconstrução emocional e o sentido de continuidade da vida. |
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Que neste Dia de Finados, cada um de nós possa, portanto, honrar não apenas os que se foram, mas também os lutos que vivemos em silêncio.
Reconhecer e validar cada perda é um ato de cuidado e de autenticidade, uma forma de dar voz à Criança que sente, ao Adulto que compreende e ao Pai que acolhe. Viver o luto de maneira consciente é permitir-se integrar vida e morte, dor e afeto, despedida e continuação... Na certeza de que lembrar também é uma forma de amar. |
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Reflexões Transacionais é uma editoria não só para dar espaço aos trabalhos realizados pela nossa comunidade de Analistas Transacionais que, diga-se de passagem, está recheada de conteúdos bacanas e riquíssimos, mas também para convidar cada um de nós a refletir, a pensar em Análise Transacional.
Você tem gostado dos trabalhos apresentados nessa seção e ficou com gostinho de “quero mais”? Você pode encontrar cada um deles completos na aba Publicações em nosso site oficial!
Agora, se você ficou com vontade de compartilhar conosco as suas Reflexões Transacionais, vamos adorar saber!
Nos envie seu feedback através do e-mail comunicacao@unat.org.br.
Até a próxima!
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Olhar para as masculinidades
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Sou Silvio Cabral Jr.,
Psicólogo, especialista em Análise Transacional e Analista Transacional em Psicoterapia. Membro Didata em formação pela UNAT-Brasil.
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Falar sobre o Dia Internacional do Homem (19/11) é também falar sobre as muitas formas de ser homem. A sociedade, no entanto, costuma oferecer um modelo estreito, que muitas vezes só admite uma versão: a do homem que não sente, que não se olha, que não se permite ser vulnerável.
Esse modelo de masculinidade — muitas vezes tóxico — nos impede de acessar com genuinidade a nossa Criança Natural, aquela parte viva, espontânea e sensível que existe em cada um de nós.
Mas existem muitas masculinidades. Existem homens negros, trans, gays, homens com deficiência, homens que cuidam, homens que choram, homens que amam de jeitos diferentes — e todos eles enfrentam, em alguma medida, o peso de não caber nesse padrão rígido do “homem de verdade”. Existem também homens jovens e idosos, urbanos e rurais, homens que criam filhos sozinhos, que se reinventam em seus trabalhos, que lutam para existir em corpos e histórias diversas. Todos merecem reconhecimento e dignidade.
Somos seres únicos. E esse modelo enrijecido não apenas nos distancia da nossa individualidade, como também exclui aqueles que não se encaixam na masculinidade hegemônica.
Essa masculinidade inadequada nos adoece — e, muitas vezes, nos mata. Segundo registros da OMS, nós, homens, representamos cerca de 76% das mortes por suicídio. Muitos ainda resistem a buscar ajuda, porque aprendemos que “homem que é homem não sente”, “homem que é homem precisa dar conta”, “homem que é homem é provedor”.
Mas o homem pode ser sensível, pode se conectar com suas vulnerabilidades e pode, sim, ser quem ele deseja ser — inteiro, humano, presente e digno de existir em sua forma singular. Ser homem não é deixar de sentir; é sustentar o que se sente com coragem. É reconhecer que a verdadeira força está em viver com autenticidade.
Que esse dia também seja um convite para que nós, homens, possamos conversar entre nós com mais afeto, aprender a pedir ajuda e a oferecer escuta, sem precisar acessar o nosso Compulsor “Seja Forte” o tempo todo.
Que possamos, juntos, reinventar o que significa ser homem — com mais verdade, ternura e liberdade. Porque quando um homem se permite sentir, o mundo ao redor também se torna mais humano.
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O DIA DE AÇÃO DE GRAÇAS
A Ação É Uma Só,
As Graças São Muitas;
Os Estados do Ego também.
Erika Neves
Psicóloga CRP 5ª 34884
Mestra em Ciência da Educação (UDS), psicóloga clínica e educacional. Precursora do Programa de Saúde do Profissional Educador (SME Teresópolis – RJ). Especialista em Psicopedagogia, Análise Transacional, Competência nas Relações, Pós-graduada em Saúde Mental e Longevidade.
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O Dia de Ação de Graças é uma celebração tradicional norte-americana, originada no século XVII como um momento de agradecimento pela colheita e pela ajuda recebida dos povos nativos. Atualmente, a data mantém-se como um símbolo de gratidão, união familiar e solidariedade, marcada por reuniões, pratos típicos como o peru e a torta de abóbora, desfiles e eventos culturais. Além de seu caráter festivo, a comemoração reflete valores sociais de reconhecimento e partilha, podendo ser analisada sob perspectivas históricas, culturais e psicológicas.
O primeiro Dia de Ação de Graças também simbolizou a união entre os povos indígenas e os peregrinos, que, no verão seguinte, conquistaram uma colheita mais farta e celebraram um período de abundância. Assim, a refeição típica não representa apenas a culinária da época, mas também a convergência de culturas e a colaboração em prol do bem comum.
Diante desses fatos, podemos pensar o quanto a energia do Estado de Ego Criança entra em movimento nesta celebração para que as barreiras das diferenças, preconceitos e resistências caiam dano lugar a emoções genuínas; sendo assim, o Thanksgiving pode ser interpretado como uma oportunidade de atender aos desejos da Criança Interior, promovendo experiências de alegria, pertencimento e intimidade afetiva. A reunião familiar, os momentos lúdicos e a partilha de alimentos permitem a expressão de espontaneidade e afeto, reforçando vínculos emocionais e o sentimento de segurança. Assim, a celebração não apenas simboliza gratidão, mas também responde às Fomes Psicológicas de base, tais como: cuidado, reconhecimento e pertencimento (Berne, 1961).
Neste contexto, a participação em refeições familiares, ritual de gratidão e compartilhamento simbólico funcionam como estímulos para o Criança Livre saudável, que reflete a criatividade e o prazer de existir (Steiner & Harris, conforme citado em Berne). Para que essa vivência seja plena, é necessário que o Estado de Ego Pai Salvador OK conceda permissão para que a Criança se manifeste de forma segura e integrada, favorecendo vínculos afetivos e saúde relacional.
O Estado de Ego Adulto, segundo Eric Berne, representa o “eu” que opera no presente, avaliando a realidade de forma objetiva e tomando decisões conscientes, livre das influências automáticas do Pai ou da Criança (Berne, 1961). Nesse contexto, é o Adulto que identifica conquistas, reconhece bênçãos e decide celebrar de forma deliberada, organizando a experiência emocional da Criança e permitindo que a gratidão seja vivenciada plenamente. Como observa Steiner (1974), a interação consciente entre indivíduos ocorre de forma significativa quando cada um reconhece sua própria identidade e a do outro; nesse encontro respeitoso e presente, emergem vínculos saudáveis e experiências de cooperação, bem-estar e gratidão.
“Você é você e eu sou eu; se por acaso nos encontrarmos, é maravilhoso.”
Claude Steiner |
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Dia Mundial da Gentileza e o olhar da Análise Transacional
Leilane de Fátima Silva do Nascimento
Psicóloga CRP 05/48966
Analista Transacional Certificada em Psicoterapia
Membro da nossa Comissão
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O Dia Mundial da Gentileza foi instituído no dia 13 de novembro de 1996 em uma conferência em Tóquio, no Japão. Diversos países se reuniram para refletir sobre propostas favoráveis a empatia, solidariedade e bem-estar entre as pessoas.
Ao fazer contato com a data, convido o leitor para ações a partir desse momento, respeitando essa ordem, primeiramente consigo e em seguida com os outros. Será que estamos sendo gentis o suficiente para nossas Crianças internas? Ou estamos dando voz ao Pai Crítico que nos julga e amedronta? Ao refletir sobre o conceito de Carícias, recomendo que faça contato consigo, seja qual for a hora do dia, pause brevemente e faça algo gentil por você.
Agora que está com sua bateria mais carregada, te convido novamente para uma ação gentil com alguém, escolha uma pessoa e um gesto. Enquanto convido, me questiono aqui como você recebe meus convites. Nesse momento, estou sendo gentil comigo e com você. Nesse movimento sutil e generoso de me dar e fornecer Carícias positivas, recomendo que possamos olhar agora para as diferenças entre Gentileza e os comportamentos característicos do Pai Salvador. Vamos juntos e gentis uns com os outros?
Ser gentil tem a ver com a nossa disponibilidade para oferecer cuidado e carinho. Pensando nisso, o ato de ser gentil envolve autenticidade e podemos considerar algumas situações do cotidiano como gentileza: cumprimentar profissionais do meu prédio, oferecer ajuda a uma pessoa com deficiência para atravessar a rua, dar uma carona para alguém que mora próximo da minha casa, dentre outras situações em que estou confortável em fornecer meu afeto.
O ponto de virada entre ser gentil e atuar com comportamentos do Pai Salvador tem a ver com a forma como me sinto. Nesse sentido, se faço algo para outro, esperando necessariamente algo em troca, meu comportamento não é sobre gentileza ou Carícia Incondicional Positiva, mas sim da Compulsão em Agradar e somente dessa forma me sentir amada e valorizada.
Refletindo sobre o uso da Gentileza nas nossas relações, é válido pontuar que também é possível ser gentil e dar limites aos comportamentos inadequados do outro. Aqui, novamente convido para identificar o nível de percepção do que cada pessoa sente. Se sentiu, importa e por conta disso, pode ser dito e esclarecido para o outro de forma gentil e Adulta. E como podemos dizer “não” com gentileza? Partindo da ideia de que tenho o direito de dar limites, esse ponto fica mais suave e possível de conduzir. Faz sentido?
Ao considerar a gentileza comigo e os outros, nós, Analistas Transacionais, podemos nos atentar e rever sobre nossos comportamentos de um lugar genuíno e em contato com o próprio sentir. Considerando a ideia de me cuidar para que assim possar cuidar dos outros com autenticidade, precisamos nos respeitar, validar e reforçar a necessidade de Pertencimento e Segurança que todos precisamos. |
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01/11
Eva Letticia do Vale Santos
Giovanna Maganhotto Coraiola
Sanny Gonçalves C. de Paula
02/11
Mauricio Picanço de Carvalho
03/11
Mariane de Farias Mezzari
Nadir Radoll Cordeiro
04/11
Cleonice Santos Vieira Thomé
Ede Lanir Ferreira
05/11
Amanda Ferreira de Albuquerque
06/11
Arlete de Gasperin
João Jorge Cabral Nogueira
07/11
Moacir César de Borba Júnior
09/11
Ana Carolina Souza Santos
10/11
Marcia Maria Marques Guimaraes
11/11
Fábio Torres
Helma Paiva Neves
13/11
Rafael Pereira Alves
Izabella Cardoso Oliveira
Katia Nassuno Alcides
15/11
Jovana Santos Estevao
Thaís Naiane Barcelos Cunha
Nilda Alves da Crux
16/11
Cecilia Rita B. Gregorutti dos Santos
Karine França da Silva Pinheiro
Beatriz Espindola Ramos Ghedin
Tiago Cristiano Regis Barboza
Vera Lucia de Moraes Lima
Ulisses Marques Batista
Leonardo Cruz da Silva
Adalgisa Ramos K. Guimaraes
Vera Lucia Pereira Ribeiro
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17/11
Rosilene Ribeiro Colchon
Jozeane Iop
Neida Maria Berri
Maria Lucia Rosa Henriques Bianchessi
18/11
Luciana Pires Correa Neves
Vanessa Alves Fernandes
19/11
Marcia Isabel Morini
Claudia Maria Bomans
Gracy Gallo Alvarenga
20/11
Eduardo Dobrowolski
21/11
Rita de Cássia Varela da Silva
22/11
Mariana de Souza Francisco
23/11
Marcelo Cristiano Mendes Ayaviri
Juliana Oliveira Mendonça de Moura
Ana Carolina Alves Wanderley
24/11
Flavia Testa Bernardi
26/11
Therezinha Moura Jorge
Jane Maria Pancinha Costa
28/11
Alice Langoni Salgado Opata
Anna Clara Freire
29/11
Luciana Gusmão de Souza Gouvêa
Valdir Vergilio Madeira
30/11
Michel Cadenas |
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EXPEDIENTE
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Comissão de Comunicação da UNAT-Brasil, composta por: Aymée Fávaro, Leilane Nascimento e Ana Laura Rodovalho.
Diretora responsável: Adriana Montheiro.
Diagramação: Inova+Digital e RaioZ.
Você pode enviar sua sugestão de pauta até o dia 15 de cada mês para o e-mail comunicacao@unat.org.br.
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